A CNCP leva a efeito nos dias 23, 24 e 25 de Setembro, a sua III Taça de Santo Huberto. Organizada pela FACIRC, este ano terá lugar em Vila Pouca de Aguiar.
PROGRAMA
Dia 23
17:00 - 19:00h - Receção das Equipas Concorrentes ao Campeonato de Tiro aos Pratos (Albergaria Residencial Tony da Silva -Valpaços)
17:00 – 19:00h - Receção das Equipas Concorrentes ao Campeonato de Santo Huberto (Hotel Aguiar da Pena - Vila Pouca de Aguiar)
20:30h - Cerimónia de Abertura dos Campeonatos e Jantar de Confraternização (Hotel Aguiar da Pena -Vila Pouca de Aguiar)
22:30h – Reunião de delegados das Provas de Tiro aos Pratos e Santo Huberto e respetivos sorteios
Dia 24
07:00h - Concentração e início das Provas de Santo Huberto (Campo de Treino de Sto. Ovídio – Vila Pouca de Aguiar)
09:30h - Concentração e inicio das Provas de Tiro (Campo de Tiro do Clube de Caça e Pesca de Valpaços)
12:30h – 14:30 h - Almoço dos participantes do Troféu de tiro (Local a definir)
14:00h - Almoço dos participantes na Taça de Santo Huberto (Hotel Aguiar da Pena)
14:30h - Continuação das provas de Tiro
20:00h - Confraternização Feira das Cebolas (Vila Pouca de Aguiar – Junto á Câmara Municipal)
Dia 25
07:00h - Continuação das Provas de Santo Huberto (Campo de Treino de Sto. Ovídio)
09:00h - Continuação das Provas de Tiro (Campo de Tiro do Clube de Caça e Pesca de Valpaços)
14:00h - Cerimónia de Encerramento, Almoço de Confraternização e Entrega de Prémios (Valpaços)
PROGRAMA SOCIAL (Acompanhantes)
Dia 24 – Visita a locais de interesse da região (Vila Pouca de Aguiar)
Fonte: http://www.santo-huberto.net
O Clube de Tiro Caça e Pesca de Valpaços CTCPV é uma colectividade desportiva e recreativa, foi fundado em 18-10-1984.
A caça e a pesca são dois dos ex-libris do concelho, o coelho bravo a lebre a perdiz e a codorniz, podem encontrar-se nestes campos e montes repletos de vida.
Por sua vez o Rio Rabaçal apresenta paisagens lindíssimas e ninguém melhor que um pescador de truta para admirar a sua beleza.
Tudo isto associado à gastronomia, vinho, azeite, castanha, fumeiro e o folar, fazem de Valpaços um local de passagem obrigatória na região Transmontana.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Truta de peso
Maior exemplar pescado na 1ª largada de trutas em 2012, truta ferrada por Ricardo Morais de Valpaços com o peso de 1.720 kg, aqui fica o retrato desse registo.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Velhas Lembranças - Campeonato Regional de Tiro aos Pratos 2006
Decorreu no passado dia 9 de Setembro no Campo de Tiro do Clube de Caça e Pesca de Valpaços a 1ª Prova do Campeonato Regional de Tiro aos Pratos, com vista ao apuramento dos representantes da 1ª Região para o Campeonato Nacional da CNCP.
A prova decorreu dentro da normalidade e com o espírito desportivo como é normal nestas actividades, com uma disputa salutar entre os vários atiradores em representação da sua Associação/ Clube, os resultados obtidos pelos participantes indicam que o Campeonato está ao rubro encontrando-se tudo em aberto para a 2ª e última Prova do Campeonato que irá decorrer em Mirandela no próxima dia 30 de Setembro.
Um agradecimento para o Clube de Tiro Caça e Pesca de Valpaços, pelo recebimento aos participantes e pelas óptimas condições que dispões para a prática da modalidade.
Fonte: http://www.santohuberto.com
A prova decorreu dentro da normalidade e com o espírito desportivo como é normal nestas actividades, com uma disputa salutar entre os vários atiradores em representação da sua Associação/ Clube, os resultados obtidos pelos participantes indicam que o Campeonato está ao rubro encontrando-se tudo em aberto para a 2ª e última Prova do Campeonato que irá decorrer em Mirandela no próxima dia 30 de Setembro.
Um agradecimento para o Clube de Tiro Caça e Pesca de Valpaços, pelo recebimento aos participantes e pelas óptimas condições que dispões para a prática da modalidade.
Fonte: http://www.santohuberto.com
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Artigo de opinião por Rui Coutinho
A caça e a economia
local
O Concelho de Valpaços é um dos mais ricos em termos de
diversidade cinegética, no Distrito de Vila Real. Com condições excelentes
especialmente para a criação de caça menor, tais como o Coelho, Perdiz e a Lebre.
Zonas de cultivo de centeio e trigo com encostas bem acentuadas de difícil
acesso, que servem de refúgio muitas vezes para estas espécies. Atrativo também
para o tordo, terrenos que se caracterizam pelos seus extensos olivais (zonas
de alimentação) e zonas de mato denso (dormitórios), irresistíveis para esta
espécie, diga-se, um tipo de caça muito apreciado pelo seu divertimento, pelo
numero de peças cobradas, pelo numero de disparos que se efetuam.
Assim temos um concelho, irresistível para nós e também para
muitos e muitos caçadores de outras regiões, que normalmente se deliciam
durante a época de caça com as nossas iguarias, com a nossa paisagem, com o
nosso companheirismo.
Em tempos que já lá vão, estes apaixonados da caça, num
sistema de regime livre, onde o acesso à caça era fácil, passeavam-se por estas
terras, traziam muitas vezes as famílias e outras vezes novos amigos. Vinham às
vezes aos fins de semana, instalavam-se de malas e bagagens, jogavam cartas,
faziam-se em alguns restaurantes autênticos manjares, grandes petiscadas, bebiam-se
uns “copos”, travavam-se novas amizades, compravam-se à pressa cartuchos em
algumas casas da especialidade, metia-se gasóleo, compravam-se cordeiros,
queijo , azeite, vinho, fumeiros e uma lista infindável de produtos aos agricultores.
Recorde-se que talvez tenham sido estes senhores a dar fama
ao nosso vinho e ao nosso azeite e que ajudaram a fazer destes produtos aquilo
que eles representam para nós e para a economia local hoje em dia.
Os caçadores circulavam de forma livre pelo nosso concelho.
O turismo funcionava no seu máximo esplendor e não era
necessário recorrer a qualquer mecanismo publicitário.
A economia brilhava e a comunidade sentia esta oportunidade,
entravam verbas financeiras na nossa algibeira. No fundo, direta ou
indiretamente todos beneficiávamos.
Porque acabamos então com isto?
Atualmente a nova legislação permite que por falta de
sensibilidade de quem dirige por ai múltiplas zonas de caça municipais e
associativas, que fizeram delas autênticas zonas de caça particulares, vendem
dias de caça e pouco ou nada fazem pela caça. Não compensam os agricultores, que
logicamente se sentem lesados nos seus interesses, uma vez que, para além de
eventuais prejuízos causados pela própria caça e/ou por caçadores (ainda que de
forma não intencional) são eles (os agricultores) neste tipo de reservas, os
principais “produtores” de caça. Os referidos dirigentes dessas zonas de caça vedam
ainda e sempre que podem o acesso aos caçadores de outras zonas que poderiam
ajudar a nossa economia local.
Desempenho os cargos de vice-presidente de um clube de caça
e secretário numa zona de caça municipal e claro sou também caçador. Não
concordo com o atual sistema de caça, apesar de estar inserido nela. Vejo a
caça como um bem da comunidade e para a comunidade onde todos poderíamos
beneficiar. Vejo a caça como um dos últimos redutos para a já tão asfixiada
economia local.
Esta oportunidade de negócio não devia ser desperdiçada.
É lamentável ver que
foram criadas zonas de caça que, tais
como Vassal e Fornos do Pinhal, Valverde, que têm áreas de caça muito reduzidas, que deveriam estar juntas com outras freguesias, porque quanto maior for a zona melhor para todos.
Porque se não se concorda com uma gestão, não significa que tenhamos de estar
separados, num desporto que todos gostamos. O isolamento e o egoísmo, como em
tantas outras áreas não leva a uma maior aprendizagem, antes pelo contrário.
Na zona de Caça Municipal na qual estou inserido e fazendo
parte da direção, sempre foi nosso apanágio, fazer atividades venatórias nas diferentes
aldeias abrangidas pela nossa zona de caça, beneficiando assim as populações
residentes através da possibilidade da comercialização das suas produções
agrícolas ou pecuárias, bem como dos produtos regionais. Para além ainda de dar
vida e levar algum movimento às nossas já desertificadas aldeias.
Sou a favor de uma zona de caça municipal que abranja todo o
concelho, que possa criar postos de trabalho, que beneficie as freguesias, que abra as portas aos caçadores de fora,
que traga turismo, que nos
permita circular livremente pelo nosso concelho, que nos leve a um maior
enriquecimento cultural, social e cinegético. Isto é possível, basta que para
tal queiramos.
Apelo aos responsáveis autárquicos para a sua sensibilização
nestas questões e julgo no meu entender que deveriam tomar sérias medidas, no
sentido de nos unir, a bem de todos nós caçadores e acima de tudo a bem do
nosso concelho e das suas populações.
Porque quando um caçador abate e cobra uma peça de caça,
podem acreditar ficou-lhe bem cara, mas isso no fundo não é o mais importante.
O mais importante seria que grande parte do custo dessa peça de caça ficasse no
nosso concelho, desde o agricultor que vende os seus produtos, ao posto de
combustível, ao restaurante, às residenciais, aos armeiros, etc. Julgo que
todos temos e deveremos manter interesse na conservação e fomento da caça, mas
não da forma como se encontra no presente.
Este tema é de tal forma profundo que muitas questões ficam
ainda por escrever e porque sei que no nosso concelho há caçadores com muitas capacidades
e com muitos conhecimentos cinegéticos convido-os a escrever e a
exprimirem-se sobre o assunto em
questão.
Rui Coutinho.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Velhas Lembranças - IV Circuito InterClubes 2006 - Valpaços
São cada vez mais os participantes nesta prova, desta vez Valpaços acolheu 88 atiradores e 14 equipas. Esta prova coincidiu com a Festa do Folar e a organização não deixou de honrar os ...
São cada vez mais os participantes nesta prova, desta vez Valpaços acolheu 88 atiradores e 14 equipas. Esta prova coincidiu com a Festa do Folar e a organização não deixou de honrar os participantes com a presença do Presidente da Câmara local, o qual após o discurso da ordem muito felicitou toda esta iniciativa. Daqui ficam os parabéns a Félix Machado e a toda a sua equipa pela excelente organização.
Paulo Valbom de Mirandela conquistou a sua primeira vitória da época ao vencer no desempate Francisco Bártolo de Vimioso no tiro a tiro. É com grande satisfação que voltamos a ver o Paulo a atirar ao seu melhor nível, mas isto ainda só agora começou…
Nas segundas categorias Francisco Bártolo venceu com dois pratos de vantagem para o Bragançano Hélder Ferreira e Manuel Carneiro das Pedras Salgadas.
Francisco Rodrigues de Valpaços, Armindo Santos de Bragança e Armando Alves de Mirandela constituíram o pódio da 3ª categoria.
Mirandela A voltou a vencer pela segunda vez consecutiva as equipas.
Fonte: http://www.santohuberto.com
São cada vez mais os participantes nesta prova, desta vez Valpaços acolheu 88 atiradores e 14 equipas. Esta prova coincidiu com a Festa do Folar e a organização não deixou de honrar os participantes com a presença do Presidente da Câmara local, o qual após o discurso da ordem muito felicitou toda esta iniciativa. Daqui ficam os parabéns a Félix Machado e a toda a sua equipa pela excelente organização.
Paulo Valbom de Mirandela conquistou a sua primeira vitória da época ao vencer no desempate Francisco Bártolo de Vimioso no tiro a tiro. É com grande satisfação que voltamos a ver o Paulo a atirar ao seu melhor nível, mas isto ainda só agora começou…
Nas segundas categorias Francisco Bártolo venceu com dois pratos de vantagem para o Bragançano Hélder Ferreira e Manuel Carneiro das Pedras Salgadas.
Francisco Rodrigues de Valpaços, Armindo Santos de Bragança e Armando Alves de Mirandela constituíram o pódio da 3ª categoria.
Mirandela A voltou a vencer pela segunda vez consecutiva as equipas.
Fonte: http://www.santohuberto.com
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